segunda-feira, 15 de junho de 2015

O fim de semana foi um tanto... conturbado (?). Na sexta me tranquei dentro de casa pra não ver nenhum casal feliz e querer matá-los. Odeio o dia dos namorados.
Briguei com minhas irmãs no sábado, e lógico, acabei com o título de louca e sem a razão (obviamente por ser a louca da história).Chorei como a muito tempo não fazia, eu odeio o fato de ninguém me levar a sério ou nunca me darem razão por eu ser "desequilibrada", isso segundo eles. Mandei uma mensagem pro meu amigo porque queria sair de casa a qualquer custo, mas obvio ele inventou que estava ocupado (eu nunca posso contar com ele quando preciso mesmo).
No domingo minha irmã veio me falar que o meu ex ex ex (é, justamente aquele que destruiu a minha vida) estava atrás de mim, de novo. Droga, odeio isso, odeio essa situação odeio quando eu esqueço que ele existe, e ele volta pra me lembrar. Pra me lembrar de tudo que ele me fez passar, do quanto eu chorei e me humilhei, para ele simplesmente ir embora sem dizer uma palavra. Ele chegou a procurar a minha irmã, ela veio me falar pra conversarmos porque essas coisas mal resolvidas não nos deixam seguir em frente. Acontece que não há nada mal resolvido (eu acho), eu só não quis durante muito tempo acreditar na verdade que estava na minha cara. E não adianta, não dá pra sentar com ele, conversar como os adultos fazem e acabar de vez com isso. Não dá porque ele sempre vai ser aquele garoto doente e manipulador que eu conheci há três anos. O que mais me deixa inconformada, é o abismo que existe entre o que ele diz e o que ele faz.
E definitivamente, não dá pra confiar em alguém assim, não dá pra viver com alguém assim. Eu sei disso, eu entendi isso, mas toda vez que ele volta, algo aqui dentro fica inquieto, confuso... amor não é. Amor está muito distante do que sinto por ele agora. Eu sinto raiva dele, uma raiva incontrolável por tudo que ele fez e pelo que ele é. E talvez um medo enorme de acordar pela manhã e de repente, voltar a gostar dele ou voltar a pensar em um futuro que não tivemos... voltar a ficar doente.
 Essa situação toda fica mais confusa e triste porque estou sozinha pra variar. Isso me lembra o quão ruim eu sou.

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Ninguém é obrigado a entender o que há de errado comigo ou com qualquer outra pessoa;
Todos temos fantasmas e monstros escondidos embaixo da cama, então porque fingir tanto?!
Se não pode compreender o que acontece aqui, é melhor ir embora sem dizer nada...não preciso de mais julgamentos.